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O café mais saudável: tudo depende da preparação
O café da manhã já não é apenas um hábito, mas um ritual agradável que pode trazer benefícios reais para o corpo. As propriedades da bebida dependem não só dos grãos, mas também da forma como são preparados. Acontece que a mesma variedade de café pode maximizar os seus microelementos benéficos ou perdê-los devido a uma preparação incorrecta. Veja como as formas mais populares de preparar o kwaii afectam o nosso bem-estar.
O café filtrado protege o coração e os vasos sanguíneos
Considera-se que a bebida mais benéfica para o sistema cardiovascular é aquela que é preparada através de um filtro de papel. O principal mistério reside no processo de filtragem, o papel retém substâncias oleosas específicas – cafestol e kahweol. Os cientistas observam que estes compostos estão presentes nos grãos de café e que o consumo regular de bebidas não filtradas pode aumentar o nível de colesterol “mau” no sangue.
Com uma limpeza, obtém-se uma bebida leve com uma concentração máxima de antioxidantes que não sobrecarrega os vasos sanguíneos. Estudos confirmam que os países que tradicionalmente favorecem o café de filtro têm taxas consistentemente mais baixas de doenças cardíacas. É uma escolha ideal para quem procura manter a saúde do coração durante muitos anos.
O café expresso como estimulante da atividade cerebral
Se o café de filtro cuida do coração, o café expresso forte torna-se um aliado do nosso cérebro. Graças à elevada pressão durante o processo de infusão, é libertado na chávena um cocktail único de substâncias bioactivas, que podem retardar a acumulação de proteínas tóxicas no cérebro, frequentemente a causa da perda de memória e do défice cognitivo relacionados com a idade.
O consumo regular de café expresso em doses moderadas ajuda a reduzir a inflamação nos tecidos nervosos e aumenta a resistência dos neurónios aos danos. Isto torna a bebida eficaz na manutenção da clareza mental e na proteção do sistema nervoso a longo prazo.
Café solúvel e questões de moderação
O café solúvel continua a ser a opção mais cómoda, mas também a menos saudável. Devido às especificidades da produção industrial – torrefação longa e extração térmica – reduz significativamente a quantidade de antioxidantes que protegem as células do envelhecimento. Na mesma bebida, o teor de acrilamida aumenta significativamente. Como mostram os estudos, trata-se de um composto potencialmente tóxico, cujos níveis nos grânulos solúveis podem ser duas vezes superiores aos dos grãos normais. Embora o consumo moderado não represente uma ameaça direta, este tipo de café não oferece a proteção fiável para o coração e o cérebro que os métodos de preparação naturais oferecem.
Por fim, a principal conclusão dos investigadores é uma abordagem consciente. Escolhendo o método de preparação de acordo com as necessidades do seu organismo e com moderação, pode transformar o café comum numa ferramenta eficaz para manter a sua saúde.